Rigor em nome do futuro - Investimento não pára em Condeixa
Conciliar o rigor e o investimento é o vector fundamental da actividade da Câmara de Condeixa-a-Nova para o ano de 2007.
Não se trata de um trabalho politico fácil, tendo em conta as condicionantes financeiras nacionais e locais, mas é o que esta plenamente demonstrado nos documentos fundamentais aprovados na última Assembleia Municipal.
Assim, mantêm-se as grandes obras de construção da nova Biblioteca Municipal, da reabilitação da EN-1-7 e da EN 347-1, bem como da Rede de Rede de Esgotos de S. Fipo, tudo obras estruturantes que, em nome da racionalidade económica e do bem estar das populações, não podem, de modo algum, sofrer interrupções. Também a Zona Industrial vai beneficiar de um processo de reabilitação que inclui o tratamento dos passeios e dos pavimentos.
No que respeita á recolha de resíduos sólidos urbanos foi adquirida uma nova viatura, no valor de150 mil euros, o que traduz um melhoramento importante no sector ambiental.
O planeamento autárquico nunca perde de vista os horizontes de desenvolvimento do Concelho de Condeixa-a-Nova. Deste modo, foi iniciado o processo de revisão e a analise dos projectos de recuperação dos antigos Paços do Município, da Reabilitação da Praça da Republica, das Redes de Esgotos e Remodelação da Rede de Aguas de Alcouce/ Bendafé e Vila Seca/ Bruscos. Está igualmente em estudo uma nova ampliação da Zona Industrial e a construção de um novo complexo onde vão passar a funcionar os estaleiros da Câmara Municipal.
No âmbito social, a Autarquia não esquece as instituições sedeadas no município e por isso mantém o apoio á construção da nova Creche do Bairro Ciclo e do novo Lar de Idosos, ambos os equipamentos propriedade da Santa Casa da Misericórdia.
Na reunião da ultima Assembleia Municipal que estabeleceu a aprovação do Plano e Orçamento para 2007, ficou ainda bem vincado que a solidariedade com as Juntas de Freguesia irá manter-se, o que esta bem expresso no facto do volume global de transferências para as 10 freguesias do Concelho ser equivalente ao concedido no ano anterior, não podendo, por isso, falar-se em cortes ou restrições na relação financeira entre a Câmara e as Juntas.
Independentemente de todo o trabalho politico e de gestão financeira que está a ser realizado, baseado no rigor e na racionalidade, convém destacar que o plano de actividades apresenta a condicionante de a Autarquia, à semelhança de todas as outras, nada saber sobre a aplicação dos fundos comunitários previstos no Quadro de Referencia Estratégica Nacional (QREN).
Em relação à situação financeira do Município, mantêm se a tendência para a diminuição da divida de curto prazo, o que é fundamental para o cumprimento da Lei do Orçamento de estado e da nova Lei das Finanças Locais.
Também o endividamento a longo prazo tende a decrescer. A este respeito o líder da autarquia, Jorge Bento, reafirma “ a bondade dos empréstimos e a falta de alternativa aos mesmos”. Acrescenta o presidente que “ sem tais empréstimos a qualidade de vida no Concelho seria claramente inferior”.
Ainda para o presidente do executivo, o rigor e a contenção que marcam o presente da gestão camarária acabarão por ter resultados visíveis a curto prazo. O autarca reafirma a sua convicção de que em 2007 a Câmara recuperará a sua capacidade de recurso ao crédito, cumprindo em simultâneo todas as exigências da nova Lei das Finanças Locais.