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05 de Fevereiro de 2018

Conimbriga reforça candidatura à Unesco

O património cultural, material, imaterial e natural de Condeixa é a “massa” do “Calendário Almanaque” para este ano, que o Movimento para a Promoção da Candidatura de Conímbriga a Património Mundial da Unesco espera que venha a “levedar” e garantir o sucesso.

Para cada mês do calendário, os autores da publicação associam uma peça do espólio de ourivesaria das igrejas e capelas da Unidade Pastoral de Conimbriga, além de um texto sobre o objeto reproduzido.

Os autores do almanaque, Miguel Pessoa, Idalino Simões, António Meira, Fátima Bandeira, Lino Rodrigo e Mário Barroca tiveram o cuidado de reunir um conjunto de utensílios litúrgicos, maioritariamente à base de prata, produzidos ao longo dos últimos 500 anos, como é o caso da peça quinhentista alusiva ao mês em curso fotografada por Francisco Pedro.

Depois da saudação musical pelo jovem violinista Pedro Miguel Santos, de Eira Pedrinha, e a estudar no Conservatório de Música de Coimbra, os autores Miguel Pessoa e o padre Idalino Simões destacaram a cidade de Conimbriga como símbolo maior do domínio romano em Portugal.

Por isso, esta publicação, na opinião de Miguel Pessoa, «implica uma relação muito forte com a comunidade», enquanto que o padre Idalino Simões vincou que «a existência deste património da arte sacra é valiosíssimo, mas as “coisas” são para ser usadas, porque guardadas não servem para nada».

A apresentação do “Calendário Almanaque” ficou marcada pelo repto lançado ao município por Carlos Antunes, diretor do Círculo de Artes Plásticas e programador Cultural da Bienal de Coimbra, «a valorizar e potenciar o património, à semelhança do que se faz com o Festival de Mérida».

«Não podemos fechar as peças de arte sacra em prateleiras, as quais são de enorme rigor académico. Acreditamos que com inteligência e boa fé conseguem-se alcançar os objetivos», disse Carlos Antunes, vincando que a autarquia de Condeixa «pode contar com a experiência da Bienal para tornar a arte num símbolo familiar e não em estranheza».

O presidente Nuno Moita, que fez uma pequena inventariação do património, aceitou sem pestanejar o convite de Carlos Antunes, selando o momento com uma “escarpiada de honra”.

Fonte: Diário de Coimbra

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